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Casa das Artes

FAT - Future Architecture Thinking
Fotos © João Morgado | Cortesia de FAT - Future Architecture Thinking
Por FAT - Future Architecture Thinking - 19/ago/2014

Foto © João Morgado | Cortesia de FAT – Future Architecture Thinking

A Casa das Artes de Miranda do Corvo expressa o encontro entre duas identidades, rural e urbana, numa paisagem marcada pela Serra da Lousã.

O edifício apresenta uma linguagem contemporânea e volumetricamente expressiva. Os planos inclinados da cobertura estabelecem um diálogo com a geometria da paisagem montanhosa, numa analogia com os telhados da vila. O dinamismo obtido através da continuidade entre fachadas e cobertura é acentuado pela forte cor vermelha do edifício, enfatizando o seu desenho e destacando-o entre a vegetação do espaço ajardinado envolvente.

Mais do que um edifício, a Casa da Artes funciona como um elemento icónico na paisagem, celebrando o lugar onde as gentes se encontram, onde a cultura e a arte acontecem, um espaço capaz de promover e estimular a actividade criativa, aumentando a qualidade de vida da população.

Foto © João Morgado | Cortesia de FAT – Future Architecture Thinking

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O projecto foi idealizado de forma a servir todas as camadas da população, através da criação de espaços versáteis e tecnicamente adequados para a realização de diversos tipos de eventos e espectáculos.

A área de implantação foi optimizada, libertando a maior área possível de terreno para espaço verde, permitindo criar um anfiteatro para a realização de eventos ao ar livre, integrado num jardim que constitui um espaço público para a vila, com diversos espaços e percursos que convidam ao lazer e estadia.

O edifício é composto por três volumes que reflectem diferentes tipos de utilização: o primeiro contendo a caixa de palco, o segundo composto pela plateia e foyer, e o terceiro com a cafetaria e uma futura área museológica, que constituem um corpo visualmente independente.

Foto © João Morgado | Cortesia de FAT – Future Architecture Thinking

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A diversidade de acessos propostos para o edifício pretende acentuar a caracterização deste local como espaço público, permitindo simultaneamente o acesso directo do público a locais específicos, como a área museológica e a cafetaria, de forma independente, sem passar pelo auditório.

A entrada principal da Casa das Artes localiza-se no corpo do foyer. Este espaço funciona igualmente como área de exposições, podendo ser dividido em dois de acordo com o desnível existente. Daqui partem os dois acessos para o auditório com capacidade para cerca de 300 pessoas, fosso de orquestra motorizado e seis níveis técnicos, totalmente adequado e equipado para a realização de teatro, ópera, concertos, congressos ou palestras.

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A cafetaria pode funcionar de forma independentemente do restante edifício ou servir como entrada e condicionar o acesso ao auditório. Este espaço tem uma esplanada coberta com um lanternim orientado a poente, canalizando a luz para o interior. Relacionada com a área de esplanada situa-se uma sala multimédia. A fachada da área museológica está virada para a zona norte do jardim onde se localiza uma das entradas no recinto e o anfiteatro ao ar livre.

Foto © João Morgado | Cortesia de FAT – Future Architecture Thinking

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Planta do piso 0 | Cortesia de FAT – Future Architecture Thinking

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